publicado em 14/06/2010 às 08:26
O ouvido humano não é sensível em todas as freqüências. Em relação às freqüências muito baixas ou muito altas o ouvido é menos sensível; já em freqüências intermediárias é mais sensível. Devido a diferenças de sensibilidade do ouvido humano as diversas freqüências, os equipamentos de medição de nível de pressão sonora possuem circuitos internos que proporciona a correção de energia sonora medida; esta correção simula a resposta do ouvido humano ao som ou ruído. Com base em estudos foram elaboradas as curvas de compensação graficamente. E, posteriormente, nos aparelhos eletrônicos temos os circuitos correspondentes às curvas.
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A curva “A” foi concebida para audibilidade para baixos Níveis de Pressão Sonora (NPS);
A curva “B” concebido para audibilidade de médios NPS;
A curva “C” concebido para audibilidade de altos NPS e;
A curva “D” concebido para audibilidade de altíssimos NPS.
A curva “A” é largamente utilizada para medir ruídos contínuos ou intermitentes. A curva “B” está obsoleta por não oferecer bons resultados com testes subjetivos. A curva “C” é utilizada para medir ruídos de impactos. E a curva “D” mede altíssimo ruídos como, por exemplo, em aeroportos.
Nos aparelhos damos a essas curvas o nome de “circuitos de compensação”. As Normas Regulamentadoras (NR) de número 15 (Atividades e operações insalubres) diz que para medir o ruído contínuo ou intermitente usamos a curva de compensação “A” e o circuito de respostas “SLOW”. E para medir o ruído de impacto medimos o ruído através da curva de compensação “C” e circuito de respostas “FAST”.
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